Seu carrinho está vazio no momento!
Preço:
Em estoque
“Um hit.” — Publishers Weekly
“Adorável, nostálgico, impossível parar de ler. Eu amei.” — Liz Moore, de Ecos da floresta
“Emocionante e lindo. Uma história de amor épica, e a busca de uma mulher pelo próprio poder criativo. Extraordinário.” — Beth O’Leary, de Teto para dois
“Vai entrar para a história junto com todas as músicas inesquecíveis sobre as quais Holly escreve tão bem.” — Cameron Crowe, diretor e roteirista vencedor do Oscar por Quase famosos
“Brickley não só escreve sobre música, ela vai ao âmago do porquê e como amamos certas canções, e nos ensina por que vale a pena amar.” — Claire Dederer, de Monstros: O dilema do fã
“Terno como uma balada e divertido como uma canção pop, Lado B é tanto uma viagem no tempo para a era ‘indie sleaze’ do início dos anos 2000 quanto uma história de amor atemporal.” — Coco Mellors, de As irmãs Blue
O medley perfeito de Alta Fidelidade, Sally Rooney e Amanhã, amanhã e ainda outro amanhã.
“Olha, a música sussurrou para mim, naquele dia na minha sala de estar. A vida pode ser tão grande!”
Noite de sexta, início dos anos 2000, um bar do campus de Berkeley. A universitária Percy Marks está falando de música, como de costume. Hall & Oates começa a tocar no jukebox, e Percy — que não tem talento musical, só muitas opiniões sobre o assunto — não consegue parar de analisar a canção, apesar de saber que quase ninguém tem paciência para esse tipo de conversa. Mas, esta noite, algo diferente acontece. O cara ao seu lado, Joe Morrow, é compositor, e parece disposto a passar a noite toda ouvindo Percy falar de música.
Joe pede a opinião de Percy sobre uma de suas composições, e isso dá início a uma parceria de anos, que vai despertar paixões e destruir seus egos repetidas vezes. Será que a conexão eletrizante entre os dois vale o sofrimento? Ou será que essa parceria está, na verdade, impedindo Percy de encontrar a própria voz?
De bares do Brooklyn a pistas de dança de São Francisco, Lado B é uma declaração de amor à cena indie do início dos anos 2000. Um romance realista, ao mesmo tempo sensível e hilário, e uma reflexão amorosa sobre o que significa ter talento, ser fã, sentir-se parte de algo e, acima de tudo, ser ouvido.