Preço:
“Uma princesa capaz de tudo pela família e pelo povo, até de se casar com o inimigo. Um inimigo capaz de tudo por ela. E um dragão abusado, porque nem só de amor e ódio vive esta romantasia cheia de drama e reviravoltas. Um livro para ler e se surpreender a cada capítulo.” — Lis Vilas Boas, autora de Garras, vencedor do Prêmio Argos
“Entre luz, sombras e romances deliciosos, Ignis Lacrimosa nos lembra de que o amor pode ser uma das formas mais poderosas de magia.” — Ariani Castelo, autora do best-seller O abismo de Celina
Das terras ensolaradas e abençoadas pela magia da Deusa Tripla às planícies geladas onde a ciência é a única a receber adoração, o ódio entre bruxos e alquímicos envenenou rios e montanhas durante séculos. Isso muda quando necromantes surgem das profundezas trazendo uma maldição que afeta ambos os povos: por todo o continente, mulheres dão à luz monstros e o caos se instaura.
Desesperados por uma cura, os reis rivais fazem um acordo: seus filhos devem se casar, unir os reinos, voltar seus exércitos contra o adversário em comum e restabelecer a paz.
É assim que Zália, a poderosa princesa bruxa, se vê prometida a Astero, o comandante alquímico conhecido como o assassino de bruxos. Casar-se com o inimigo é seu dever, e sacrificar sua liberdade pelo bem-estar do povo, uma honra — no entanto, nada poderia prepará-la para a tragédia que atravessa seu caminho e lhe toma tudo o que mais ama.
Sozinha e sem escolha, Zália se alia a Astero, seu maior inimigo... e agora seu marido. O que ela busca não é mais apenas a cura para a Aflição que dizima ambos os povos, mas vingança. O problema é que Astero não é o consorte hostil que ela pensou que encontraria. Seus povos podem ter passado eras se odiando, mas o que arde entre eles é um sentimento ainda mais intenso. Talvez mais intenso do que o fogo de um dragão renascido, mais intenso até do que seu desejo de revanche.
Enquanto a luta contra os necromantes se intensifica e antigos segredos vêm à tona, Zália terá que escolher entre entregar-se ao homem que deveria odiar… ou queimar o mundo para vingar tudo o que perdeu.