DANNI-BOY NÃO ESTÁ NEM AÍ , de Luís Alberto Alecrim
A história é de um adolescente angustiado, inseguro, medroso, displicente, implicante, doce, abusado, por vezes até arrogante, e absolutamente convencido de que sabe tudo e é capaz de resolver todos os problemas do mundo. Os dias de Daniel e das personagens que o rodeiam podem fazer parte da rotina de qualquer um de nós. Humor e ironia são as molas mestras da narrativa. Mas existe também a sutileza de transmitir duas grandes lições para quem vive o início de um rito de passagem tão importante. E assim, ao lado de Dani, todos ficam sabendo que quando se ama de verdade não se enxergam as diferenças e que ninguém tem o direito de determinar o que outra pessoa deve pensar ou sentir.
Sobre o autor
Na 6ª série do antigo ginásio, uma professora de português, diante de uma das minhas redações, chamou minha mãe e disse: “Ele é muito criativo, deveria escrever, tem talento.” Por uma série de razões não fui levado a isso na adolescência. As idéias vinham e com elas a preguiça de escrever. Um dia, com 39 anos, me perguntei o que eu gostaria de fazer para ser mais feliz e a resposta veio clara: escrever novelas! Essa é a primeira a ser publicada e tem a pretensão de fazer a conexão entre o sonho da infância e a vida real, tudo com uma linguagem ágil e coloquial. Ah, com menos de 100 páginas, ideal para quem é preguiçoso para ler. (Luís Alberto Alecrim)