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| Rio de Janeiro, 03 de Julho de 2009 |
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Crianças negligenciadas pelos pais, a busca de apoio na espiritualidade, casamentos por interesse e a violência inerente às transições nas relações humanas - questões nada usuais para um romance policial, mas abordadas com maestria pela escritora Ruth Rendell no livro "Vamos passear no bosque. Caberá ao inspetor Reginald Wexford descobrir o mistério causado pelo desaparecimento de um jovem casal de irmãos. |
Seria a vida de um escritor inexoravelmente fadada à solidão? Como repetir o sucesso de um livro anterior? Voltar a ser lembrado pela crítica, indicado aos prêmios, afagado pelo carinho dos leitores? Em meio a tantas perguntas, a questão é: Quem se lembra de David Foenkinos? – é o que se indaga o próprio autor em seu novo romance. Nesta fina ironia sobre o fazer e o status literário, ele se põe no divã e analisa seu papel enquanto escritor e homem. |
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Durante a Guerra Fria, nenhum momento foi mais tenso do que a Crise dos Mísseis em Cuba, em 1962. Em Um minuto para a meia-noite, o jornalista Michael Dobbs retrata, numa investigação brilhante, a pior crise nuclear do século XX. Um relato que, contado hora a hora, mostra vários ângulos ainda desconhecidos desses dias assustadores em que uma tragédia definitiva não foi detonada por um triz. |
A “magya” está de volta! Em Voar, segundo livro da série Septimus Heap, da inglesa Angie Sage, Septimus já descobriu sua verdadeira família e real vocação para mago. Enquanto ele é aprendiz de Magya, Jenna está se adaptando à vida de princesa. As trevas, porém, ainda espalham sua ameaçadora sombra sobre esta Inglaterra de conto de fadas. Aventura é o que não vai faltar no mais novo capítulo desta saga “mágyca”. |
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Reconhecido como um dos mais importantes intelectuais da América Latina, Carlos Fuentes retorna às raízes e faz uma alegoria do México, corrupto e contraditório, moderno e mítico, no romance A vontade e a fortuna. Enquanto explora as diversas nuances do conceito de liberdade e vontade hoje em dia, ele mostra, nesta narrativa surrealista e alegórica, que no México não há tragédia pois toda história se transforma numa tragicômica telenovela. |
Promíscua sim, por que não? Em seu novo romance 32 – 32 anos, 32 homens, 32 tatuagens, Stella Florence apresenta uma mulher com uma sede de amar irrestrita e infinita. Na trama, a protagonista, de 32 anos, confessa sem pudores ter transado com 32 homens e feito uma tatuagem para cada um deles – não para homenageá-los, mas para extravasar sua fúria. Um livro obrigatório para quem não suporta mais amar e, ainda assim, ama desesperadamente. |
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Em A armadilha da autoestima, obra de referência da psicóloga e psicanalista Polly Young-Eisendrath, ela analisa como o excesso de autoestima pode tornar uma boa intenção educacional numa imaturidade emocional no futuro, e esclarece as razões pelas quais crianças criadas acreditando serem extraordinárias estão mais propensas a decepcionar-se e tornar-se infelizes. |
Os livros registram que Nicolau Flamel foi o maior alquimista de sua época. Documentos comprovam sua morte em 1418. Sua tumba encontrada vazia, porém, somada ao fascínio tanto pela alquimia quanto por este personagem, são os elementos necessários para Michael Scott criar a lenda e a aventura de O alquimista, primeiro título da série Os Segredos de Nicolau Flamel. Quando uma lenda se torna verdade, mergulhar é a única saída. |
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Laurell K. Hamilton apresenta um universo mágico, com toques de folclore, erotismo e muitas surpresas, em Sedução profana. A detetive Meredith Gentry, na verdade, é Meredith NicEssus, uma princesa ameaçada de morte. Um caso, porém, faz com que ela deixe o disfarce de lado e retorne à Corte Profana. Qual será o futuro de Meredith? |
Inspirado no quadro Soletrando, do Caldeirão do Huck, do qual é consultor, o professor Sérgio Nogueira escreveu O-r-t-o-g-r-a-f-i-a, livro em que dá dicas sobre a escrita correta das palavras e oferece a seus leitores um elaborado teste para que possam treinar, estudar e avaliar seus conhecimentos de língua portuguesa. |
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A adolescência, tal como a conhecemos, é uma invenção pós-Segunda Guerra Mundial, mas a cultura jovem é bem mais antiga. É isso que Jon Savage revela em A criação da juventude. O título é um extenso e minucioso estudo dos fatores políticos, econômicos, sociais e culturais que moldaram a juventude, desde sua “pré-história”, até sua explosão como força de consumo e conquista do status que mantém dos anos 1950 até hoje. |
Bem-vindo à alta sociedade de Manhattan, onde as belas irmãs Elizabeth e Diana Holland são as rainhas da vida social em plena virada do século XX. Sua posição, porém, não está segura – há gente traiçoeira, interesseira e invejosa ameaçando o futuro dourado e luxuoso das jovens irmãs. Eis o retrato da adolescência numa época de inocência, mas nada inocente. Este é o mote de Luxo, primeiro volume da série The Luxe, de Anna Godbersen. |
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Mais um relato inédito e de inestimável valor histórico dessa via crucis vem a público agora com Diário de Fernando, relato contundente do frei Fernando de Brito sobre o período. Com tratamento literário de Frei Betto, as anotações clandestinas do frei Fernando mesclam episódios poéticos e dramáticos, sublimes e medonhos, vividos por quem teve a fé como arma de resistência. |
Após a exposição Roberto Burle Marx 100 anos: A Permanência do Instável, no Rio de Janeiro, abrindo as comemorações pelo centenário de nascimento do renomado paisagista, o legado de Burle Marx transforma-se agora em um livro homônimo, que reúne textos do próprio e de autores nacionais e estrangeiros e belas fotografias. Os ensaios abordam uma série de questões levantadas por ele nos campos do modernismo, paisagismo, urbanismo, ecologia e botânica. |
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Dilacerada pela solidão, dividida entre suas memórias e uma angústia que a faz adiar a decisão de atender ou não a campainha que soa insistentemente lá fora, Flávia, uma mulher de meia-idade marcada por um grande trauma de infância, relembra a história de sua vida. Este é o mote de O contorno do sol, estreia na narrativa longa de Natália Nami, finalista do concurso Contos do Rio, promovido pelo jornal O Globo, em 2008. |
Era uma vez uma serpente que vivia doente. Mas, com amigos de montão, preocupados em dar cabo de suas dores, a serpente Dolores, quem sabe, poderá parar de gemer horrores. Para tanto, uma grande festa para celebrar a chegada do verão está sendo organizada para que Dolores fique sarada! Este é o mote de Dolores Dolorida, uma divertida história escrita pela professora Vera Cotrim em sua estreia na literatura. |
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Da queda do Muro de Berlim ao 11 de Setembro, passando por episódios de sua infância e adolescência ou por ensaios sobre seus autores favoritos, a canadense Margaret Atwood conduz o leitor num amplo e fascinante passeio pela história recente em Buscas curiosas. Permeadas pelo seu inconfundível senso crítico, as crônicas aqui reunidas discorrem sobre o fracasso e a queda de utopias que nortearam o mundo nas últimas décadas do século XX. |
Em O ano dos três desejos, a escritora Noelle Oxenhandler relata como um ano de ousadia, marcado por três fortes e íntimos desejos, tornou-se um modo de vida. Além de registrar essa jornada engraçada e comovente, a autora leva a público uma pesquisa histórica sobre o ato de desejar, indo desde a dança da chuva até as teorias modernas sobre consciência próspera e a Lei da Atração. |
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Depois de Fu, mestre nas artes do tigre, chegou a vez da garotada conhecer um novo mestre das artes marciais em Macaco, segundo livro da saga Os Cinco Ancestrais, escrita por Jeff Stone. Malao, o “macaco”, precisará de bravura para enfrentar os desafios que cruzarem sua jornada nesta trama onde corpo, alma e ideais integram-se numa só essência. |
Em Crônicas da vida e da morte, Roberto DaMatta comprova por que é um exímio cronista do público e do privado. Nesta coletânea, ele reúne textos que não só unem suas considerações sobre o dia a dia do país sob o ponto de vista do antropólogo, como se lançam sobre o terreno do afeto e da memória, neste que pode ser considerado seu livro mais pessoal e intimista até então. |
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Em Pista perigosa, de Janet Evanovich, a bela mecânica de carburadores Alexandra Barnaby e o garanhão piloto Sam Hooker decidem investigar uma trapaça na NASCAR. A derrota de Hooker, bicampeão da categoria, dá a largada para uma alucinante aventura sem pit stops pelo Sudeste americano – uma investigação repleta de perigos que pode levá-los do pódio à cadeia. |
Uma epopeia de fantasia sobre a improvável história de amor entre uma sereia que só cantava quando estava sozinha e um caçador de borboletas que não gostava de prendê-las. Do reencontro destas duas almas dependem velhos marinheiros portugueses para voltarem ao lar, após séculos no mar. Este é o mote do livro A sereia e o caçador de borboletas, de Adriana Lisboa. |
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A vitória de uma camponesa, após uma década de processo legal, sobre as estruturas institucionais de poder, personificada por um dos mais importantes aristocratas de Bolonha, é o ponto de partida para David I. Kertzer reconstruir o tumultuado ambiente da Itália recém-unificada em A história de Amalia. Costurando fatos reais com ficção, a luta de Amalia Bagnacavelli é o símbolo da transição entre o atraso e a cidadania sobrepondo-se aos privilégios. |
Um casal de escritores, um relacionamento dilacerado e a narrativa intensa do psicanalista Carlos Eduardo Leal compõem o pungente romance A última palavra. Em meio à incompreensão e à angústia, os dois personagens deste livro, Ele e Ela, revelam de maneira densa suas vidas de amor, desamor, desilusão, ciúme, indiferença, experiências vividas em comum e aquilo que não é dito ao outro no cotidiano a dois. |
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O escritor e arqueólogo Valerio Massimo Manfredi traduz sua bem-sucedida trilogia Aléxandros para os jovens, em A grande história de Alexandre. Com habilidade, o autor conta para o público juvenil a trajetória de Alexandre, o Grande, imperador implacável e insaciável em suas conquistas, cuja morte, ainda muito jovem, impediu-o de concluir seu projeto de criar um novo mundo, sem vencedores nem vencidos. |
Em Os corvos de Avalon, Diana L. Paxson, dá continuidade à saga fantástica imaginada por Marion Zimmer Bradley. Em meio aos relatos da conquista da Britânia pelos romanos, e das origens de Camelot, do Rei Artur e dos Cavaleiros da Távola Redonda, a lendária rainha celta Boudica e a sacerdotisa druida Lhiannon impõem sua força, desafiando o poder para defender seu povo e suas crenças. Amizade, história e magia com o sabor de Avalon. |
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A história da fundadora de uma das casas de champanhe mais famosas do mundo é contada por Tilar J. Mazzeo em A Viúva Clicquot. Viúva aos 27 anos, com uma filha pequena e sem qualquer formação empresarial, Barbe-Nicole Clicquot Ponsardin transformou uma empresa familiar num grande negócio. Mais do que um refinado olhar histórico sobre uma mulher ímpar e seu passado, o livro é uma leitura que brinda a coragem de ousar. |
Em O reino da água, de Silvana Gandolfi, Nando embarcará numa aventura que mal pode imaginar. Com seis dedos em cada pé, ele se considera uma criatura esquisita. Sua vida, porém, muda quando vai passar o verão no México com seu tio. Encurralado numa caverna, Nando se depara com estranhas crianças – pequenos Maias de pele azulada que há anos esperam por seu libertador: segundo reza a lenda, uma criança com seis dedos em cada pé. |
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O choque cultural da jovem provinciana norte-americana ao conhecer a sofisticação europeia na Londres dos anos 1980, onde vai estudar arte dramática, é o pano de fundo para este relato vívido que apresenta o mundo dos artistas amadores. Romance chick lit de Kathleen Tessaro, Inocência mostra a dificuldade da mulher para encontrar seu papel na sociedade ainda hoje. |
Em Os ciganos ainda estão na estrada, Cristina da Costa Pereiramapeia a trajetória deste povo, da Índia, de onde o grupo emigrou para a Europa, até a perseguição durante a Segunda Guerra Mundial. O maior mérito de Cristina, no entanto, é fazer o levantamento da situação dos ciganos no Brasil. Ela questiona o desaparecimento deles dos espaços públicos urbanos e a crescente absorção do grupo à vida cotidiana. |
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EDITORA ROCCO LTDA. |
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